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Memórias do eleitor 28 de junho

2010 - Dilma defende reforma política com "voto de lista" Na entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura, a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, defendeu uma reforma política que instituísse o polêmico "voto de lista". Neste sistema, o eleitor não vota em um candidato nas eleições proporcionais, mas numa lista composta pelo partido político. Esse mecanismo amplia a força das cúpulas na formação das bancadas de deputados e vereadores. "Sou a favor de uma reforma política, para que haja financiamento público de campanha, voto em lista, para que haja um reforço dos partidos", defendeu a candidata. Avançando no tema, Dilma avaliou: "Seria prudente que fosse por uma Constituinte exclusiva pra tratar dessa questão". Os defensores do voto de lista argumentam que essa reforma fortaleceria os partidos no País. Com bom humor, a petista rejeitou a pecha de "poste" do presidente Lula. "Acho que eu não pareço um poste. De jeito nenhum, viu, Paulo Caruso? Não me faça isso de me desenhar como um poste", brincou com o desenhista, que faz caricaturas ao longo do programa. Ela estabeleceu os limites da participação do presidente Lula em seu governo, caso seja eleita. "(Lula) jamais seria capaz de fazer uma interferência", afirmou, acrescentando que aceitará conselhos do aliado.. "Vou querer que o presidente me ajude a aprovar reformas importantes. Tenho clareza que ele participará como ex-presidente." Mais segura na presença das câmeras, irritou-se quando questionada pelo jornalista Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha de S. Paulo, sobre a elaboração de dossiês contra os tucanos por uma "equipe de inteligência" de sua campanha. Dilma pediu ao jornal que apresentasse provas do envolvimento do PT no vazamento de dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. "Se há dossiê, até hoje não vi papel nenhum. Ele não foi produzido pela minha campanha", desviou-se. Segundo Dilma, a própria Folha relatou, em 5 de junho, que o jornalista Amaury Ribeiro Júnior havia sido contratado pelo jornal Estado de Minas para realizar uma "reportagem investigativa". A candidata negou que o jornalista e consultor, Luiz Lanzetta -, afastado de sua campanha desde a eclosão da crise do dossiê -, falasse em nome de sua campanha. "Nós não contratamos, ninguém do PT contratou. Ele não fazia parte de minha campanha. O Lanzetta era uma empresa contratada para contratar pessoal. Ele fazia uma análise de mídia, estritamente isso", justificou Dilma. "Vivemos um regime em que as empresas privadas têm sua autonomia plena pela legislação. Não assumimos a responsabilidade por nada feito por uma empresa. Não somos os únicos clientes, não foi uma empresa que surgiu para nos servir exclusivamente." Após nova intervenção de Dávila, Dilma reagiu: "É preciso que o jornal traga a público (as provas sobre a responsabilidade do PT no vazamento de documentos da Receita Federal sobre Eduardo Jorge). Não podemos aceitar acusações sem prova. E não somos nós que provamos, é quem acusa que prova". Indagada se leu as reportagens do jornal, cortou: "Tanto já li que sempre que nos atribuem isso, nós tomamos medidas muito concretas. Você, nós não processamos porque respeitamos a liberdade de imprensa. Enquanto vocês não demonstrarem a prova, é uma afirmação infundada." Para a petista, "está em curso uma tentativa de atribuir" à sua campanha "questões que não foram criadas em nosso ambiente político". "Cara de ué" Ainda em tom de brincadeira, Dilma voltou a usar a expressão mineira "afunhanhado", para se referir ao Brasil entregue pelos tucanos em 2003. Desta vez, preferiu outra mineirice: "Cara de ué é assim, uma síntese mineira de uma cara que mistura surpresa e perplexidade." A candidata não rejeitará o apoio do PSDB no seu provável governo, mas estabeleceu diferenças. "Em eleição, a gente deixa claro nossas diferenças. Mas ninguém governa se não governar para todos os brasileiros. Se pode governar com todos os partidos, se eles quiserem. Agora não se pode impor isso a partido nenhum. Acredito que nós temos diferenças. Não somos iguais. A realidade demonstrou isso". Se for eleita, vai querer alguém que exerça uma função semelhante à sua no governo Lula: "Estou procurando uma Dilma ou um Dilmo."



 
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